segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dia Mundial da Poupança.


Vídeo: Semanada - ter ou não ter? Eis a questão
Portugal é o quarto país com mais horas de trabalho na União Europeia

Parece que a solução para a saída da crise não é trabalhar mais horas. O caminho passa antes por trabalhar melhor. Se analisarmos o quadro fornecido pelo Jornal de Negócios Online, podemos verificar que, em geral, os países mais desenvolvidos são aqueles em que se trabalha menos horas, por isso, há outras frentes onde atuar para aumentar a produtividade.

Clique aqui para ler a notícia no Jornal de Negócios online.

F. Pinheiro

domingo, 30 de outubro de 2011

2011 10 28 Cavaco descobriu uma coisa engraçada RTP.avi

O nosso ilustre Presidente da República não pára de nos surpreender. Depois de ir aos Açores descobrir o sorriso das vacas, agora, ficou surpreendido com o facto de os países emergentes terem algum dinheiro para ajudar a europa.

F. Pinheiro

Entrevista com Nuno Crato: "É necessário concentrar nas disciplinas essenciais

Amanhã o jornal público, na edição de papel, irá publicar uma entrevista de fundo do atual ministro da educação. Avizinham-se novos cortes na educação e uma nova reorganização curricular. Vamos ver se o ministro está disposto a introduzir alterações no estatuto do aluno.

F. Pinheiro

sábado, 29 de outubro de 2011

Governo admite despedimentos na Função Pública


Uma das justificações apresentadas para cortar os subsídios de férias e de natal aos funcionários públicos foi a estabilidade no emprego. Os funcionários públicos não podem ser despedidos sejam ou não produtivos, empenhados ou calaceiros. É provável que esta situação venha a mudar. Além de passarem a ganhar salários pouco competitivos ainda poderão vir a ser despedidos. Trabalhar na função pública vai passar a ser bem menos apetecível. Se calhar o estado não vai necessitar de fazer despedimentos, o mais certo é que muitos funcionários públicos venham a abandonar o estado pelo seu próprio pé. Assim, poupam ao estado o incómodo de fazer despedimentos.

Clique no link acima apresentado para ler a entrevista do secretário de estado da administração pública.

F. Pinheiro
Aperto do cinto vai continuar por mais alguns anos, diz Passos Coelho

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admitiu nesta sexta-feira, em entrevista à televisão brasileira Globo, que a austeridade em Portugal vai “continuar por mais alguns anos”, porque “a dívida é grande”, ainda que “sustentável
Governo quer software grátis nos computadores mais antigos das escolas
Ministério Público vai abrir inquérito sobre agressão de professora na Quinta do Conde

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Leonard Cohen - Dance Me to the End Of Love

Pensionistas da banca escapam a cortes de subsídios

Os pensionistas da banca não vão ser afetados pela crise. A crise quando aparece ainda não é para todos. Há sempre alguns que escapam. Entre os pensionistas, os bancários, os trabalhadores da PT e da TAP, já estão a salvo. É provável que brevemente apareçam outros pensionistas a conseguir os mesmos privilégios. A situação é ainda mais intolerável porque entre esta elite muitos reformaram-se antes dos 55 anos.

Em relação aos trabalhadores no ativo, há uma série de empresas públicas ou onde o estado ainda detém participações relevantes a fazerem pedidos similares. Pelas notícias que têm vindo a lume parece que os trabalhadores da CGD, da EDP e da TAP não vão ver os seus subsídios de férias e de Natal cortados. A cedência aos interesses destas empresas é inaceitável, tanto mais que a TAP e a CGD são 100% detidas pelo estado. Acresce a tudo isto que a TAP está tecnicamente falida e a CGD irá necessitar, brevemente de ser recapitalizada, capital que terá que ser assegurados pelos contribuintes. O governo ao permitir estas exceções perde toda a legitimidade para exigir sacríficios aos restantes portugueses.

F. Pinheiro

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cortes vão colocar universidades em "situações extremas" e pôr em causa a sua missão
PCP condena eliminação de subsídio de professores do ensino especial proposta no OE

Os professores do ensino especial que trabalham num agrupamento, por vezes, têm que fazer vários quilómetros para acorrer às necessidades das escolas pertencentes ao agrupamento. O ministério vai cortar esse subsídio. Esse subsídio para o ministério é um luxo. A partir de agora, estes professores não terão qualquer ajuda para realizar as suas viagens de trabalho. Terão que pagar as despesas do seu bolso mesmo que percorram 60 ou 70 quilómetros por dia. O anterior subsídio não era justo, pois, tanto recebia quem fizesse 30 Km entre escolas como quem fizesse 80 Km. Mas nada é um insulto. Qualquer dias os professores do ensino especial terão que pagar para trabalhar. Se calhar, o ministério vai colocar bicicletas à disposição destes professores para realizarem o seu trabalho.

F. Pinheiro
Ex-secretário de Estado diz que a suspensão dos subsídios não foi inscrita como medida temporária

O corte dos subsídios de férias e de Natal vieram para ficar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cortes nos Serviços de Acção Social no ensino superior atingem os 5,2 milhões em 2012

Será que com a dimensão dos cortes ao nível da acção social os alunos socialmente desfavorecidos irão ter condições para prosseguir os seus estudos? Deveria haver alguma racionalidade nos cortes levados a cabo pelo ministério, caso contrário, o ministério está a impedir a ascensão social dos mais desfavorecidos.

F. Pinheiro
Pais agridem professora dentro da sala de aula em escola da Quinta do Conde

A violência para com a classe docente é muito frequente. Para além dos casos que são notícia, há outros que não são do conhecimento público pelo facto de as pessoas não apresentarem queixa, ou então, são encobertos para não comprometer a escola.

Parece que os encarregados de educação em causa já deram mostras, em várias situações, de falta de civismo, por isso, deveriam ser punidos exemplarmente. Já que não parece ser possível expulsar os alunos, pelo menos, deve-se impedir que os encarregados de educação entrem no perímetro da escola para salvaguardar a integridade física e psicológia da docente. É o mínimo que se deve fazer nesta situação.

F. Pinheiro
Autarca compra terrenos para os vender 10 minutos depois com lucro de 16 milhões

Nem o Cristiano Ronaldo consegue ganhar estes valores por minuto.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Estudo da UNESCO indica que a conclusão do secundário em Portugal é das mais baixas

Segundo Ana Maria Bettencourt, presidente da C.N.E., Portugal foi o país da União Europeia que mais progrediu, na última década, no que diz respeito à conclusão do 12ºano. Pelos vistos progredimos muito, mas mesmo assim não saímos da cepa torta.

F. Pinheiro
Privilégios vitalícios

Criticar as subvenções dos políticos, os seus subsídios e privilégios vitalícios é fácil, é populista, é até arrebatador. Pois é. Mas é também necessário. O sol, quando se põe, é para todos. Incluindo para os que sempre andaram na penumbra.

Vale a pena ler o artigo de Pedro Guerreiro, no Jornal de Negócios, sobre a classe política. Clique no link acima apresentado para ler o artigo na íntegra.

F. Pinheiro
"Só vamos sair desta situação empobrecendo"

Na conferência do Diário Económico, esta manhã, Pedro Passos Coelho reconheceu, implicitamente, aquilo de que já se suspeitava. Só conseguiremos sair do buraco em que estamos empobrecendo. Por isso, os subsídios de férias e de Natal já eram. Os funcionários públicos não irão perder estes subsídios apenas nos próximos dois anos. Possivelmente, nos próximos dez anos não voltarão a vê-los. A pressão nos gastos da saúde e da segurança social tenderão a acentuar-se. Por outro lado, o envelhecimento da população e a fuga de jovens para o estrangeiro à procura de melhores condições de vida farão o resto.

A única forma de dar a volta a isto é fazendo uma profunda reforma administrativa. Reduzir o número de Câmaras a um terço seria uma saída, mas a classe política não mostra grande abertura para levar a cabo esta reforma, pois, é aí que se distribuem grande parte das benesses com que os políticos sonham. Os aparelhos partidários são contra esta reforma. A generalidade dos autarcas já disseram que os seus serviços são imprescindíveis, por isso, o mais certo é que fique tudo na mesma.

F. Pinheiro

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Marcelo defende que todos os políticos deviam renunciar a subsídios de alojamento
Cortes no ensino superior vão ultrapassar os 178 milhões em 2012
Redução da despesa será de 1,24 mil milhões de euros

É um corte como não há memória. Vamos ver se as escolas vão ter condições para funcionar em condições mínimas de segurança, de higiene, etc.
Portugal foi o país da UE que mais progrediu na conclusão do 12º

Seria importante saber qual foi o contributo dos cursos das Novas Oportunidades para o referido sucesso, pois, é muito diferente concluir o ensino secundário no ensino regular ou fazê-lo através das Novas Oportunidades. Se as melhorias se deveram ao contributo dos cursos das Novas Oportunidades, então, andamos a esconder a realidade. É que esses cursos deixam muito a desejar e pouco mais servem do que para enfeitar as estatísticas.

F. Pinheiro
Escola fechada em Lisboa em protesto por falta de auxiliares

domingo, 23 de outubro de 2011

Ministro da Defesa considera legítimo o protesto marcado pelos militares

Militares Prometem Lutar

Vasco Lourenço alerta que poder foi tomado por “bando de mentirosos

Os militares prometem ir para as ruas protestar contra os cortes anunciados. O capitão de abril, Vasco Lourenço, afirma que estamos a viver um PREC da extrema direita. A comparação que ensaiou entre a situação que se vive em Portugal com a situação vivida no Egito é descabida. Boa ou má ainda vivemos numa democracia, apesar de poder não lhe parecer. Outros dizem que os cortes anunciados são um atentado contra a dignidade da profissão. As responsabilidades da profissão exigem um tratamento de exceção. Aliás, mais ninguém se não eles é capaz de defender a pátria. Juram morrer pela pátria, mas querem também que a pátria os trate como a mais ninguém.

Dizem também que esta política não leva a lado nenhum. Se calhar até têm razão. Já se ouve a lenga lenga das medidas economicistas. Todos se esquecem que o desprezo pelo rigor nos gastos nos fez chegar a um estado calamitoso nas finanças públicas. Por outro lado, também devem estar esquecidos dos aumentos com que se presentearam num total desrespeito pelas leis da republica que juram defender.

Por fim, seria importante que estivessem à altura dos cargos que desempenham. As forças armadas exercem funções de soberania, por isso, não é legítimo que atuem como se fossem oposição. O dever dos orgãos de soberania é manterem-se à margem da disputa política. Pelos vistos, os capitães de abril e demais militares ainda não sabem isso. É pena.

F. Pinheiro
Técnicos despedidos sem saber futuro das Novas Oportunidades

A indefinição quanto ao futuro dos cursos das Novas Oportunidades está a colocar problemas a muitos centros de formação. Alguns centros decidiram despedir os formadores, pois, não têm garantia que os cursos se mantenham nos moldes atuais. A meu ver, os cursos que estão a decorrer deveriam manter-se, apesar de pouco contribuírem para aumentar qualificação dos portugueses. A qualidade destes cursos é medíocre e o nível de exigência é pouco mais que indigente.

Um dos sinais da falta de qualidade está no facto de uma série de instituições sem qualquer vocação para o ensino estarem a dar formação no âmbito das Novas Oportunidades. São cerca de 450 centros a darem formação, a grande maioria destaca-se pela falta de rigor e exigência. Replicam e acentuam uma cultura facilitista que também existe nas escolas públicas.

F. Pinheiro
Ministro da Administração Interna renuncia ao subsídio de alojamento

Era a única saída decente para este caso.

sábado, 22 de outubro de 2011

Presidente dos reitores diz que Portugal ficará muito diminuído na Europa com cortes previstos
Açores não vão pagar subsídios de férias e Natal porque não têm dinheiro

Se houvesse dinheiro certamente que os habitantes dos Açores iriam ter um tratamento de exceção como tiveram no ano anterior. Como não há dinheiro não há nada para ninguém. Mais tarde ou mais cedo os políticos confrontam-se com a realidade.

F. Pinheiro