Estradas Portugal: «erro de cálculo» custa milhões
Portugal é o país da União Europeia com o maior número de quilómetros de autoestrada por pessoa. A razão para esta façanha deve-se a uma série de negócios ruinosos que alguns representantes do estado realizaram com empresas privadas. O caso noticiado na TVI 24 é paradigmático.
A notícia aborda os casos das concessões Norte e da Grande Lisboa. O tráfego destas autoestradas ficou muito aquém das previsões iniciais. Como o tráfego não permitia lucros, ou então, estes eram diminutos a empresa concessionária tratou de se mexer para renegociar os contratos. O resultado desta renegociação foi extremamente lesiva dos interesses do estado.
A empresa concessionária é o grupo Ascendi que, por sua vez, é controlada pelos grupos Espírito Santo e Mota Engil. Para acomodar os interesses da empresa em causa procedeu-se à revisão do código de contratação pública. O novo código de contratação pública foi concebido e redigido por escritórios de advogados ligados ao grupo Ascendi. Este código não defende os interesses do estado. Pelo contrário, defende, antes, os interesses do grupo Ascendi. Este caso revela que os representantes do estado não sabem ou não querem defender o interesse público.
Esta é a principal razão por que temos tantas autoestradas. Se as empresas de construção não correm quaisquer riscos nos negócios que realizam, então, estão dispostas a cobrir o país de autoestradas, pois, quantas mais fizerem mais proveitos conseguem.
F. Pinheiro
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Fenprof incita professores a não assinar contratos "mistos" por serem ilegais
Novamente o problema do concurso de professores. Os critérios de recrutamento de algumas escolas são um fato à medida para acolherem determinados candidatos.
F. Pinheiro
Novamente o problema do concurso de professores. Os critérios de recrutamento de algumas escolas são um fato à medida para acolherem determinados candidatos.
F. Pinheiro
Passos Coelho: Esforço terá que ser feito pelos madeirenses e pelo futuro governo da região
No discurso de vitória Alberto João jardim foi igual a si próprio, tendo dito que podem continuar a contar com ele para continuar a gastar como tem feito até aqui. Portanto, da Madeira não veio qualquer sinal de que as coisas vão mudar. Vamos ver se Pedro Passos Coelho está à altura do desafio que o espera.
F. Pinheiro
No discurso de vitória Alberto João jardim foi igual a si próprio, tendo dito que podem continuar a contar com ele para continuar a gastar como tem feito até aqui. Portanto, da Madeira não veio qualquer sinal de que as coisas vão mudar. Vamos ver se Pedro Passos Coelho está à altura do desafio que o espera.
F. Pinheiro
domingo, 9 de outubro de 2011
Jardim: transporte de eleitores para votar é "normal"
Alberto João Jardim veio esclarecer que o transporte de votantes utilizando viaturas da empresa de eletricidade da Madeira é uma prática normal. Fico mais descansado.
F. Pinheiro
Alberto João Jardim veio esclarecer que o transporte de votantes utilizando viaturas da empresa de eletricidade da Madeira é uma prática normal. Fico mais descansado.
F. Pinheiro
Eleições da Madeira
Viaturas da Empresa de Electricidade da Madeira transportam ilegalmente eleitores
A acreditar na notícia do jornal Público online, a Madeira continua a ser o farol da nossa democracia. Como se pode ver pela notícia existe uma grande harmonia entre o estado, as empresas públicas e o partido de Alberto João Jardim. Há que destacar também o nobre espírito de missão dos membros das juntas de freguesia que conduzem os velhinhos até às mesas de voto. É sempre de enaltecer o espírito cívico destes representantes do poder autárquico. A bondade com que ajudam os mais frágeis é enternecedora. A Madeira é uma lição.
F. Pinheiro
A acreditar na notícia do jornal Público online, a Madeira continua a ser o farol da nossa democracia. Como se pode ver pela notícia existe uma grande harmonia entre o estado, as empresas públicas e o partido de Alberto João Jardim. Há que destacar também o nobre espírito de missão dos membros das juntas de freguesia que conduzem os velhinhos até às mesas de voto. É sempre de enaltecer o espírito cívico destes representantes do poder autárquico. A bondade com que ajudam os mais frágeis é enternecedora. A Madeira é uma lição.
F. Pinheiro
Cortes na Educação
Fenprof vai apresentar alternativas às medidas do Governo
Durante os governos de António Guterres criou-se a convição de que os problemas da educação se resolviam lançando dinheiro sobre os problemas. A estratégia produziu resultados medíocres. Actualmente, devido ao aperto orçamental a estratégia mudou e o lema passou a ser outro. Fazer mais com menos. Os lemas valem o que valem, mas pensar que com a dimensão dos cortes anunciados se consegue fazer mais e melhor revela uma certa ingenuidade. Vamos ver se a máquina da educação consegue continuar a funcionar com os cortes anunciados.
F. Pinheiro
Durante os governos de António Guterres criou-se a convição de que os problemas da educação se resolviam lançando dinheiro sobre os problemas. A estratégia produziu resultados medíocres. Actualmente, devido ao aperto orçamental a estratégia mudou e o lema passou a ser outro. Fazer mais com menos. Os lemas valem o que valem, mas pensar que com a dimensão dos cortes anunciados se consegue fazer mais e melhor revela uma certa ingenuidade. Vamos ver se a máquina da educação consegue continuar a funcionar com os cortes anunciados.
F. Pinheiro
sábado, 8 de outubro de 2011
Governo vai rever privilégios de administradores e trabalhadores
Esperemos que o aperto brutal a que a os portugueses estão a ser sujeitos se estenda também aos administradores das empresas públicas. É o mínimo de decência que se exige a qualquer governo sério que esteja empenhado em resolver os problemas do país. É nestas empresas que estão alojadas as clientelas partidárias que gozam de privilégios inaceitáveis. É natural que haja resistências à perca destes privilégios injustificados com o argumento de que as empresas públicas irão perder os seus melhores quadros. Este argumento poderá ser válido para alguns, mas, certamente, que não o é para a maioria.
F. Pinheiro
Esperemos que o aperto brutal a que a os portugueses estão a ser sujeitos se estenda também aos administradores das empresas públicas. É o mínimo de decência que se exige a qualquer governo sério que esteja empenhado em resolver os problemas do país. É nestas empresas que estão alojadas as clientelas partidárias que gozam de privilégios inaceitáveis. É natural que haja resistências à perca destes privilégios injustificados com o argumento de que as empresas públicas irão perder os seus melhores quadros. Este argumento poderá ser válido para alguns, mas, certamente, que não o é para a maioria.
F. Pinheiro
Carnaval na Madeira
“Ditador”, “fascistas” e “palhaços” num tenso fim de campanha na Madeira
Até que enfim que terminou a campanha eleitoral na Madeira. O carnaval costuma durar três dias, mas este durou quinze.
Até que enfim que terminou a campanha eleitoral na Madeira. O carnaval costuma durar três dias, mas este durou quinze.
Ordem dos Engenheiros Técnicos oferece 21 mil euros de prémios escolares
Augusto Ferreira Guedes, que hoje deverá ser eleito bastonário da recém-criada Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), anunciou que aquela organização vai assegurar o pagamento dos prémios individuais de mérito escolar a 42 alunos do ensino secundário, num total de 21 mil euros. (Público online)
Augusto Ferreira Guedes, que hoje deverá ser eleito bastonário da recém-criada Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), anunciou que aquela organização vai assegurar o pagamento dos prémios individuais de mérito escolar a 42 alunos do ensino secundário, num total de 21 mil euros. (Público online)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Dia Nacional dos Castelos
Três décadas de boycracia. Em Portugal nunca faltaram jobs
Esta é a principal razão da decadência e do endividamento do estado português. O aparelho do estado e as empresas públicas foram tomadas pelos boys do PS e PSD. A generalidade das empresas públicas garantiu aos seus colaboradores salários acima da média. Muitas destas empresas foram acumulando dívida, estando, hoje, muitas delas numa situação de falência técnica. Os prejuízos que foram sendo acumulados, mais tarde ou mais cedo, terão que ser assumidos pelo estado que em alguns casos é o seu único acionista. Por sua vez, esta dívida irá ser convertida em dívida pública que os contribuintes terão que pagar.
A irresponsabilidade política e o compadrio conduziram-nos a uma encruzilhada da qual não vai ser fácil sair.
F. Pinheiro
Esta é a principal razão da decadência e do endividamento do estado português. O aparelho do estado e as empresas públicas foram tomadas pelos boys do PS e PSD. A generalidade das empresas públicas garantiu aos seus colaboradores salários acima da média. Muitas destas empresas foram acumulando dívida, estando, hoje, muitas delas numa situação de falência técnica. Os prejuízos que foram sendo acumulados, mais tarde ou mais cedo, terão que ser assumidos pelo estado que em alguns casos é o seu único acionista. Por sua vez, esta dívida irá ser convertida em dívida pública que os contribuintes terão que pagar.
A irresponsabilidade política e o compadrio conduziram-nos a uma encruzilhada da qual não vai ser fácil sair.
F. Pinheiro
Centenas de professores dos quadros estão ainda por colocar
Continua a haver um grande desequilíbrio entre o número de professores e as necessidades das escolas. No primeiro ciclo, esta tendência acentuou-se com o encerramento de um elevado número de escolas.
F. Pinheiro
Continua a haver um grande desequilíbrio entre o número de professores e as necessidades das escolas. No primeiro ciclo, esta tendência acentuou-se com o encerramento de um elevado número de escolas.
F. Pinheiro
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Apple ficou mais pobre com morte de Steve Jobs
Morreu o homem que transformou em poucos anos a Apple na marca mais valiosa do mundo. Além disso, a Apple passou a valer mais em bolsa do que empresas como a Coca-Cola, Microsoft, Procter and Gamble, etc. Os produtos que a Apple criou revolucionaram o mundo digital. Será que a Apple vai conseguir manter-se no topo durante muitos anos? Honestamente, ninguém poderá responder a esta questão, mas o sucesso da Apple só foi possível devido ao trabalho em equipa. Nenhum homem por mais genial que fosse conseguiria sozinho este sucesso. Contudo, as grandes equipas necessitam de grandes líderes. Será que o sucessor, Tim Cook, estará à altura do desafio?
F. Pinheiro
Morreu o homem que transformou em poucos anos a Apple na marca mais valiosa do mundo. Além disso, a Apple passou a valer mais em bolsa do que empresas como a Coca-Cola, Microsoft, Procter and Gamble, etc. Os produtos que a Apple criou revolucionaram o mundo digital. Será que a Apple vai conseguir manter-se no topo durante muitos anos? Honestamente, ninguém poderá responder a esta questão, mas o sucesso da Apple só foi possível devido ao trabalho em equipa. Nenhum homem por mais genial que fosse conseguiria sozinho este sucesso. Contudo, as grandes equipas necessitam de grandes líderes. Será que o sucessor, Tim Cook, estará à altura do desafio?
F. Pinheiro
Concurso de professores nas mãos do procurador-geral da República
A atribulada colocação de professores da segunda bolsa está a lesar profundamente professores com muitos anos de serviço. Mas, há também problemas de falta de transparência em que algumas escolas manifestam má vontade em fornecer dados sobre as listas ordenadas dos candidatos. Depois, há escolas que definem critérios "à medida", presumo que a pensar na colocação de determinados candidato. O critério da entrevista é paradigmático.
F. Pinheiro
A atribulada colocação de professores da segunda bolsa está a lesar profundamente professores com muitos anos de serviço. Mas, há também problemas de falta de transparência em que algumas escolas manifestam má vontade em fornecer dados sobre as listas ordenadas dos candidatos. Depois, há escolas que definem critérios "à medida", presumo que a pensar na colocação de determinados candidato. O critério da entrevista é paradigmático.
F. Pinheiro
Cortes para a Educação já são o triplo do que foi recomendado pela troika
Os cortes são brutais. Todos sabemos que é necessário realizar poupanças, mas, o que importa saber é se, com a dimensão dos cortes anunciados, as escolas vão ter condições para funcionar de forma adequada. Será que vai haver dinheiro para as despesas básicas associadas ao funcionamento de uma escola?
F. Pinheiro
Os cortes são brutais. Todos sabemos que é necessário realizar poupanças, mas, o que importa saber é se, com a dimensão dos cortes anunciados, as escolas vão ter condições para funcionar de forma adequada. Será que vai haver dinheiro para as despesas básicas associadas ao funcionamento de uma escola?
F. Pinheiro
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
António Costa pede "clara aposta na descentralização" e condena "corte cego na Educação"
Nos discursos da implantação da república, os temas da descentralização e da educação são recorrentes.
Nos discursos da implantação da república, os temas da descentralização e da educação são recorrentes.
País - O ensino após a implantação da República - RTP Noticias, Vídeo
Os governos republicanos fizeram muitas asneiras, a mais terrível foi terem levado o país à bancarrota. Mas, os republicanos fizeramum enorme esforço para combater o analfabetismo, esforço esse que foi abandonado com a subida de Salazar ao poder. Os republicanos acreditavam que a única forma de o país se desenvolver seria através de uma aposta efectiva na educação.
Clique em baixo para ver o vídeo.
F. Pinheiro
País - O ensino após a implantação da República - RTP Noticias, Vídeo
Clique em baixo para ver o vídeo.
F. Pinheiro
País - O ensino após a implantação da República - RTP Noticias, Vídeo
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Imprensa estrangeira noticia corte superior a 600 milhões na educação em Portugal
Não percebo como vai ser possível conciliar a extensão do ensino obrigatório até ao 12ºano com a dimensão destes cortes.
Não percebo como vai ser possível conciliar a extensão do ensino obrigatório até ao 12ºano com a dimensão destes cortes.
Professores britânicos estão zangados com os pais dos seus alunos
Neste estudo, é referida a desagregação da família nuclear como uma das razões responsáveis pelo mau comportamento dos alunos. Por outro lado, os professores ingleses consideram os horários de trabalho, dos encarregados de educação, cada vez mais longos, o que leva a uma perda de controlo sobre os filhos. A conjugação destes factores tem efeitos profundamente negativos no comportamento dos alunos, o que por sua vez, torna a tarefa dos professores uma missão quase impossível. Numa sala de aula onde não haja alunos disciplinados e bem formados a realização de aprendizagens é uma tarefa bem mais difícil.
Se fizessemos uma consulta aos professores portugueses, uma espécie de sondagem, certamente que chegaríamos a conclusões idênticas. Com algumas excepções, o problema parece ser mais ou menos universal nos países da União Europeia.
F. Pinheiro
Neste estudo, é referida a desagregação da família nuclear como uma das razões responsáveis pelo mau comportamento dos alunos. Por outro lado, os professores ingleses consideram os horários de trabalho, dos encarregados de educação, cada vez mais longos, o que leva a uma perda de controlo sobre os filhos. A conjugação destes factores tem efeitos profundamente negativos no comportamento dos alunos, o que por sua vez, torna a tarefa dos professores uma missão quase impossível. Numa sala de aula onde não haja alunos disciplinados e bem formados a realização de aprendizagens é uma tarefa bem mais difícil.
Se fizessemos uma consulta aos professores portugueses, uma espécie de sondagem, certamente que chegaríamos a conclusões idênticas. Com algumas excepções, o problema parece ser mais ou menos universal nos países da União Europeia.
F. Pinheiro
Jardim critica "imprudência" de transformar eleições em confronto entre Lisboa e região
É sempre bom ouvir uma voz ponderada e prudente, aliás, é sempre esta a imagem que Alberto João Jardim deixa transparecer nas afirmações que profere!
F. Pinheiro
É sempre bom ouvir uma voz ponderada e prudente, aliás, é sempre esta a imagem que Alberto João Jardim deixa transparecer nas afirmações que profere!
F. Pinheiro
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Uma Boa Notícia
Estudantes portugueses alcançam melhor prestação de sempre nas Olimpíadas de Física
Até que enfim uma boa notícia. Parabéns a todos os alunos medalhados. Esta notícia mostra, claramente, que os alunos portugueses não têm menores capacidades do que os outros. Pena é que estejamos perante uma pequena ilha de excelência. Em muitos aspectos o ensino em Portugal ainda deixa muito a desejar.
F. Pinheiro
Até que enfim uma boa notícia. Parabéns a todos os alunos medalhados. Esta notícia mostra, claramente, que os alunos portugueses não têm menores capacidades do que os outros. Pena é que estejamos perante uma pequena ilha de excelência. Em muitos aspectos o ensino em Portugal ainda deixa muito a desejar.
F. Pinheiro
Madeira precisa de um resgate financeiro de 3737 milhões de euros a curto prazo
À medida que se vai inspeccionando a dívida da Madeira vão se descobrindo novos buracos. As necessidades de curto prazo envolvem valores gigantescos. Em relação a isto, Alberto João Jardim responde que a dívida não é assim tão grande, ou então, que a dívida do continente é bem maior.
Na Madeira existem várias parcerias público privadas para explorar as auto-estradas. Tal como cá, o risco foi assumido pelo estado. As empresas privadas não assumiram qualquer risco. Fizeram contratos que garantem uma alta rentabilidade, cerca de 11%, o que é um valor demasiado elevado para um investimento sem qualquer risco. Perante a possibilidade destas vias virem a ser taxadas, como acontece no continente, Jardim diz que não senhor. Se quer ver os madeirenses felizes passando livremente nas auto-estradas, então, que pague do seu bolso.
F. Pinheiro
À medida que se vai inspeccionando a dívida da Madeira vão se descobrindo novos buracos. As necessidades de curto prazo envolvem valores gigantescos. Em relação a isto, Alberto João Jardim responde que a dívida não é assim tão grande, ou então, que a dívida do continente é bem maior.
Na Madeira existem várias parcerias público privadas para explorar as auto-estradas. Tal como cá, o risco foi assumido pelo estado. As empresas privadas não assumiram qualquer risco. Fizeram contratos que garantem uma alta rentabilidade, cerca de 11%, o que é um valor demasiado elevado para um investimento sem qualquer risco. Perante a possibilidade destas vias virem a ser taxadas, como acontece no continente, Jardim diz que não senhor. Se quer ver os madeirenses felizes passando livremente nas auto-estradas, então, que pague do seu bolso.
F. Pinheiro
domingo, 2 de outubro de 2011
Finanças querem extinguir sociedades de "endividamento" da Madeira
Medida sensata e higiénica. Estas empresas estão tecnicamente falidas, por isso, só servem para esbanjar os recursos do estado. Por outro lado, é nestas empresas que são colocados os amigos de Jardim. Tudo gente muito séria e competentíssima que não sabe fazer mais nada do que viver à custa dos contribuintes.
F. Pinheiro
Medida sensata e higiénica. Estas empresas estão tecnicamente falidas, por isso, só servem para esbanjar os recursos do estado. Por outro lado, é nestas empresas que são colocados os amigos de Jardim. Tudo gente muito séria e competentíssima que não sabe fazer mais nada do que viver à custa dos contribuintes.
F. Pinheiro
Alberto João Jardim: “o meu lema é pôr as pessoas felizes e não agradar aos ministros das Finanças”
Enquanto houver cubanos dispostos a pagar-lhe as contas, Alberto João Jardim poderá continuar a fazer os Madeirenses felizes. Mesmo sem dinheiro poderá sempre fazer uns números circenses, embora não seja a mesma coisa. Mas a promessa está feita. Pela felicidade dos seus concidadãos a ilustre personagem está disposta a fazer tudo.
Também diz: "não contem comigo para uns jogos de dinheiro, em que o dinheiro não é posto ao serviço dos cidadãos, em que o dinheiro não é posto pela banca ao serviço das pequenas e médias empresas, em que o dinheiro anda a dominar o estado."
É verdade que a ilustre personagem é o repartidor mor da ilha. Contudo, a repartição dos recursos que consegue sacar ao continente continua a ser muito desigual. Na Madeira existe uma vasta população que vive com escassos recursos. Ao lado desta população, existem os amigos do presidente que são pessoas de bem, gordas e anafadas.
F. Pinheiro
Enquanto houver cubanos dispostos a pagar-lhe as contas, Alberto João Jardim poderá continuar a fazer os Madeirenses felizes. Mesmo sem dinheiro poderá sempre fazer uns números circenses, embora não seja a mesma coisa. Mas a promessa está feita. Pela felicidade dos seus concidadãos a ilustre personagem está disposta a fazer tudo.
Também diz: "não contem comigo para uns jogos de dinheiro, em que o dinheiro não é posto ao serviço dos cidadãos, em que o dinheiro não é posto pela banca ao serviço das pequenas e médias empresas, em que o dinheiro anda a dominar o estado."
É verdade que a ilustre personagem é o repartidor mor da ilha. Contudo, a repartição dos recursos que consegue sacar ao continente continua a ser muito desigual. Na Madeira existe uma vasta população que vive com escassos recursos. Ao lado desta população, existem os amigos do presidente que são pessoas de bem, gordas e anafadas.
F. Pinheiro
sábado, 1 de outubro de 2011
Défice da Madeira atingiu 23% do seu PIB em 2010
A atitude da Mdeira é a mesma da Grécia. O défice da Madeira não pára de crescer. Já não estamos perante um buraco, estamos perante uma cratera. Foram anos e anos de negócios a acumular dívida para inaugurar obras. Foi desta forma que Alberto João Jardim conseguiu reeleições sucessivas.
A culpa foi sobretudo do governo regional da Madeira, mas não só. As entidades de supervisão do estado também falharam. Não fiscalizaram por negligência ou por incompetência. O banco de Portugal e o Tribunal de Contas não fizeram o seu trabalho. O resultado é um enorme buraco para as gerações futuras pagarem.
Esta atitude irresponsável não aconteceu apenas na Madeira. Desgraçadamente esta prática multiplicou-se por todo o país. O poder autárquico e o poder central foram contraindo dívida irresponsavelmente, acreditando que o país cresceria se se aumentasse a despesa. O resultado está à vista. Sente-se um cheiro a fim de festa. É preciso pagar as contas. Os responsáveis pelo desastre andam por aí, em geral até recebem subvenções do estado.
F. Pinheiro
A atitude da Mdeira é a mesma da Grécia. O défice da Madeira não pára de crescer. Já não estamos perante um buraco, estamos perante uma cratera. Foram anos e anos de negócios a acumular dívida para inaugurar obras. Foi desta forma que Alberto João Jardim conseguiu reeleições sucessivas.
A culpa foi sobretudo do governo regional da Madeira, mas não só. As entidades de supervisão do estado também falharam. Não fiscalizaram por negligência ou por incompetência. O banco de Portugal e o Tribunal de Contas não fizeram o seu trabalho. O resultado é um enorme buraco para as gerações futuras pagarem.
Esta atitude irresponsável não aconteceu apenas na Madeira. Desgraçadamente esta prática multiplicou-se por todo o país. O poder autárquico e o poder central foram contraindo dívida irresponsavelmente, acreditando que o país cresceria se se aumentasse a despesa. O resultado está à vista. Sente-se um cheiro a fim de festa. É preciso pagar as contas. Os responsáveis pelo desastre andam por aí, em geral até recebem subvenções do estado.
F. Pinheiro
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